Do País da telescola à quintinha de gente sem rasgo
Em Junho de 2005, um texto de Vital Moreira e a demagogia de Jorge Coelho provocaram em mim um desconforto que estava longe de imaginar ter de voltar a referir quase um ano depois.
Que objectivos tem de facto quem nos governa?
Será razoável privar tanta gente de serviços essenciais em nome de uma suposta racionalização – nada racional, diria eu! – de meios humanos e financeiros?!
É para isso que precisamos de Governo?!!!
Alguém, deste governo, se deu ao trabalho de pensar nas consequências a médio prazo desta política do “se menor do que..., fecha”?
A seguir vão deixar de abastecer de água porque se consomem menos do que y metros cúbicos e de electricidade porque a manutenção das linhas não é interessante para cargas inferiores a z KVA?
E que farão das estradas e caminhos onde não passem por dia mais do que 200 automóveis? Deixará de ser viável a sua manutenção?!
Que País quer esta gente construir?
Restarão dois ou três grandes centros onde se concentrem no mais completo caos urbanístico e social dez milhões de seres e um extenso e árido território onde ainda teimosamente tentem sobreviver, longe do “conforto” e das comodidades dos grandes espaços, alguns milhares de seres vivos parentes afastados do “hommo tesus” da grande urbe?
Não, senhores ministros! Não, senhores iluminados desta maioria!
Eu sei. Bem se entende que é preciso racionalizar a utilização dos recursos!!!
Pois, Já entendi que as crianças precisam de condições que não lhes podem ser criadas em escolas com meia dúzia de alunos!!!
É isso mesmo! Aí está um problema que está á altura da vossa superior aptidão!
Resolvam-no pois! Mas não criem outro muito maior com a desertificação generalizada!
Sabem, senhores iluminados?
Hoje deu-me para recordar, com saudade, quem criou a telescola! E, no entanto, ainda não se enchia a boca com o tecnológico!!!
Que objectivos tem de facto quem nos governa?
Será razoável privar tanta gente de serviços essenciais em nome de uma suposta racionalização – nada racional, diria eu! – de meios humanos e financeiros?!
É para isso que precisamos de Governo?!!!
Alguém, deste governo, se deu ao trabalho de pensar nas consequências a médio prazo desta política do “se menor do que..., fecha”?
A seguir vão deixar de abastecer de água porque se consomem menos do que y metros cúbicos e de electricidade porque a manutenção das linhas não é interessante para cargas inferiores a z KVA?
E que farão das estradas e caminhos onde não passem por dia mais do que 200 automóveis? Deixará de ser viável a sua manutenção?!
Que País quer esta gente construir?
Restarão dois ou três grandes centros onde se concentrem no mais completo caos urbanístico e social dez milhões de seres e um extenso e árido território onde ainda teimosamente tentem sobreviver, longe do “conforto” e das comodidades dos grandes espaços, alguns milhares de seres vivos parentes afastados do “hommo tesus” da grande urbe?
Não, senhores ministros! Não, senhores iluminados desta maioria!
Eu sei. Bem se entende que é preciso racionalizar a utilização dos recursos!!!
Pois, Já entendi que as crianças precisam de condições que não lhes podem ser criadas em escolas com meia dúzia de alunos!!!
É isso mesmo! Aí está um problema que está á altura da vossa superior aptidão!
Resolvam-no pois! Mas não criem outro muito maior com a desertificação generalizada!
Sabem, senhores iluminados?
Hoje deu-me para recordar, com saudade, quem criou a telescola! E, no entanto, ainda não se enchia a boca com o tecnológico!!!

12 Comentário(s):
Lembro-me tão bem da telescola!
Era pequena, mas lembro-me de ficar sentada na sala da minha avó a ouvir tudo com muita atenção...
Também me lembro dos programas do Vasco Granja, eram o máximo! E das pessoas se juntarem e abrirem champagne para ver o festival da canção!
De facto é bom recordar!
a verdadeira raíz deste problema do fecho das escolas e daqueles outros do fecho de maternidades e mais longe (mas não muito) da revolta dos jovens franceses é um sistema económico desumanizado e virtual, que serve cada vez mais o "valor accionista" e menos o Homem que era suposto servir.
Enquanto este sistema não quebrar (e já faltou mais... Basta que o H5N1 se torne naquilo que receiam os especialistas), não haverá como travar esta caminhada imparával para a desumanização das economias e das nações.
é neste ponto que reside o problema fulcral, já o disse algures que o pior erro é governar um país como se de uma empresa se tratasse...
e para isso não seria preciso um 1º ministro, bastaria um vulgar patrãozeco...
Atenção...
O Micróbio mudou de casa. Agora está nesta rua:
http:\\o-microbioii.blogspot.com
O Micróbio fez anos!... :-)
As televisões portuguesas (e os outros órgãos de comunicação social) têm vindo a censurar documentários e entrevistas passados na CNN e na Fox News. Porque é que as estações nacionais escondem aquilo que os cidadãos americanos têm vindo a saber?
Por isso, para furar este cerco de censura, absurdo, deixo-vos com este artigo, publicado em:
http://sociocracia.blogspot.com ou em:
http://paramimtantofaz.blogspot.com/ e em:
http://wwweditorial.blogspot.com/
(se outros houver outras reproduções, solicito que me informem)
Que confiança podemos ter nas "nossas" notícias, quando nos ocultam factos destes? Que crédito nos podem merecer os nossos meios de comunicação?
Ajudem a furar este cerco censório, que faz de nós um país atrasado, um país do terceiro mundo, sujeito a uma ditadura absurda, controlada por Washington... mais até do que a própria América, divulguem esta mensagem, por favor!
Na semana passada, o actor norte-americano Charlie Sheen (do filme Platoon – Os Bravos do Pelotão, Wall Street) colocou a carreira em risco ao dar duas entrevistas ao activista Alex Jones, nas quais pôs em causa a versão oficial dos atentados de 11 de Setembro de 2001.
Foi desta forma que ele se juntou a um grupo de centenas de personalidades que, nos últimos quatro anos e meio, têm vindo a público afirmar que a versão oficial não só é implausível como impossível, chegando a violar as próprias Leis da Física.
Este grupo inclui Andreas Von Bülow, antigo ministro da Defesa e da Tecnologia da Alemanha e ex-director dos Serviços Secretos Alemães;
Michael Meacher, ex-ministro do Ambiente do governo britânico de Tony Blair;
Ray McGovern, antigo conselheiro presidencial e ex-analista da CIA;
Paul Craig Roberts, Secretário do Tesouro durante o mandato do ex-presidente norte-americano Ronald Reagan e pai da sua política económica;
Robert Bowman, antigo director do Programa de Defesa Espacial Star Wars e ex-coronel da Força Aérea dos EUA;
Steven Jones, Professor de Física da Universidade de Brigham;
David Shayler, ex-oficial do MI5, os serviços secretos britânicos;
Morgan Reynolds, Professor catedrático da Universidade A&M do Texas que integrou o governo do actual presidente norte-americano George W. Bush durante o seu primeiro mandato, e muitos, muitos outros.
No entanto Charlie Sheen fez na semana passada o que ilustres investigadores, professores catedráticos e ex-ministros não conseguiram durante quase cinco anos: furar a censura e conseguir algum tempo de antena num programa da CNN, que transmitiu as suas declarações e expôs milhões de pessoas a factos sobre o 11 de Setembro que têm sido permanentemente ocultados.
Para ler mais e aceder aos "links" consultar um dos blogues referidos
Queria sugerir mais uma visita ao meu blog, SOCIOCRACIA, onde coligi uma série de elementos sobre "o Negócio do Medo". Há para todos os gostos, desde os factos fortemente indiciados, até "teorias da conspiração", plausíveis. Tudo para demonstrar que há muita gente cuja consciência está a ser "agredida" pela campanha de medo da comunicação social e pela censura cerrada e cretina a este tipo de notícias... Peço a todos que divulguem, de modo a criar uma corrente que não possa mais ser ignorada...
realise o sonho
É sempre bom passar por cá...
como está o cão? :)))
Um []
e se tudo mudasse....e se mandássemos os ministros para a escola????
hum?
isto ta mal. mesmo.
beijo.
então, o pindérico ( é o cão) está doente?
é preciso dar trabalho à tipografia...
então!? foi dar banho ao cão ou quê?...
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