Ouvir o sr PM apelar aos partidos para que se envolvam e permitam um debate “sereno, informado e profundo” sobre a reforma do Estado fere profundamente a sensibilidade de qualquer cidadão com mais do que 2 gramas de massa cinzenta !
O sr Coelho precisa urgentemente de recrutar mais um "especialista" para tomar nota do que vai dizendo no dia-a dia por forma a que possa manter alguma coerência discursiva !!!
Será que não se recorda do que disse ontem, nem das pedradas que atirou para o ar na terça-feira?
Ou será mesmo verdade que só pretende acrescentar mais ruido à balbúrdia que é a sua acção governativa?!
Não seria melhor agendar-se esse debate “sereno informado e profundo” já para o próximo domingo, a seguir à Gabriela?!
Aquí ninguém quer demonstrar nada. Nem sequer coerência!!! Limitamo-nos a não esconder que temos dúvidas em relação a quase tudo, e vamos ostentar uma mão cheia de certezas.
quinta-feira, dezembro 20, 2012
segunda-feira, dezembro 17, 2012
Este povo está tramado
Avizinhavam-se tempos difíceis, começava a ser evidente que não estávamos no caminho certo, ouvimos o que quisemos e entendemos por bem escolher um JS para tratar de nós.
Foi a era dum José Sócrates bem falante que, contra tudo e quase todos, avançava de PEC em PEC, de investimento em investimento, a caminho do desastre inevitável, apoiado por uma bem oleada maquina de propaganda.
O zé povo indignou-se, barafustou, gritou "aquí d'el rei", foi de novo às urnas e saiu-lhe esta nova rifa.
AZAR !!!
Mais um jota! E igualmente incompetente!!!
Depois de se apresentar perante o eleitorado sem a menor noção do que tinha de fazer, este novo grande líder encheu o peito de ar, afivelou a máscara da determinação e, de corte em corte, de sobretaxa em sobretaxa, de atropelo em atropelo, de asneira em asneira, lá nos vai conduzindo ao seu objectivo último: - o empobrecimento regenerador.
É mau de mais ! Este povo está tramado !!!
Foi a era dum José Sócrates bem falante que, contra tudo e quase todos, avançava de PEC em PEC, de investimento em investimento, a caminho do desastre inevitável, apoiado por uma bem oleada maquina de propaganda.
O zé povo indignou-se, barafustou, gritou "aquí d'el rei", foi de novo às urnas e saiu-lhe esta nova rifa.
AZAR !!!
Mais um jota! E igualmente incompetente!!!
Depois de se apresentar perante o eleitorado sem a menor noção do que tinha de fazer, este novo grande líder encheu o peito de ar, afivelou a máscara da determinação e, de corte em corte, de sobretaxa em sobretaxa, de atropelo em atropelo, de asneira em asneira, lá nos vai conduzindo ao seu objectivo último: - o empobrecimento regenerador.
É mau de mais ! Este povo está tramado !!!
domingo, dezembro 16, 2012
tomando partido
Vêm das jotas e têm por única ambição chegar à gamela do orçamento.
Controlam a concorrência, insinuam-se, participam nos big-brothers partidários, tornam-se “senhores-doutores” de qualquer coisa.
Mantêm-se atentos, venerandos e obrigados. Fazem umas universidades de verão, colam uns quantos cartazes, usam a lisonja com parcimónia e com uma ou outra traição que a conjuntura aconselhe lá vão paulatinamente a caminho do sucesso.
Entretanto nós, os vulgares cidadãos sem compromisso partidário, vamos-nos indignando com as sacanices com que eles se vão degladiando no jogo sujo que praticam com destreza, e, aqui e alí vamos tomando partido como se aquelas guerras fossem mesmo nossas.
Mas,... não é possível dar a volta a isto?!!!
Controlam a concorrência, insinuam-se, participam nos big-brothers partidários, tornam-se “senhores-doutores” de qualquer coisa.
Mantêm-se atentos, venerandos e obrigados. Fazem umas universidades de verão, colam uns quantos cartazes, usam a lisonja com parcimónia e com uma ou outra traição que a conjuntura aconselhe lá vão paulatinamente a caminho do sucesso.
Entretanto nós, os vulgares cidadãos sem compromisso partidário, vamos-nos indignando com as sacanices com que eles se vão degladiando no jogo sujo que praticam com destreza, e, aqui e alí vamos tomando partido como se aquelas guerras fossem mesmo nossas.
Mas,... não é possível dar a volta a isto?!!!
sexta-feira, dezembro 07, 2012
A coisa vai acabar mal
Portugal não pode continuar a ser gerido por irresponsáveis sem curriculum.
Não pondo sequer em causa a honestidade e mesmo o empenhamento de quem quer que seja, é legítimo que questionemos o sentido de responsabilidade de quem ousa arriscar o futuro da sua Pátria assumindo um cargo para o qual apenas reúne a condição de ser líder partidário.
O triste espectáculo a que vimos assistindo, elimina toda a margem de erro na nossa convicção de que, por este andar, estes senhores não nos conduzirão a bom porto.
Assim, meus amigos, a coisa vai acabar mal
Não pondo sequer em causa a honestidade e mesmo o empenhamento de quem quer que seja, é legítimo que questionemos o sentido de responsabilidade de quem ousa arriscar o futuro da sua Pátria assumindo um cargo para o qual apenas reúne a condição de ser líder partidário.
O triste espectáculo a que vimos assistindo, elimina toda a margem de erro na nossa convicção de que, por este andar, estes senhores não nos conduzirão a bom porto.
Assim, meus amigos, a coisa vai acabar mal
terça-feira, fevereiro 07, 2012
e "que se lixem" os rótulos ideológicos
Atento às notícias que nos vão chegando da Grécia e provocado pelo que acaba de dizer a Dra Ferreira Leite, em entrevista na SIC Notícias -- não porque daí tenha saído algo de novo mas exactamente por ser mais do mesmo -- não consigo calar, entre dois palavrões que não transcrevo, um breve comentário:
Há alguém intelectualmente honesto capaz de explicar este caminho para a desgraça colectiva?
Há alguém suficientemente lúcido que acredite neste caminho ao ponto de ousar chamar "piegas" a tantos que já sofrem o dia-a-dia da fome dos seus filhos?
É que já é tempo de estudar o assunto, falar verdade e, CUSTE O QUE CUSTAR, fazer opções.
Contribuo recordando Medina Carreira em entrevista à SIC em Junho de 2005 a propósito da apresentação de medidas do então Governo de José Sócrates
"Se a Europa quer continuar com o seu modelo social, de que eu gosto, sempre o defendi e defendo. Mas não é defender com palavras, é defender com ideias e com consistência. Se a Europa quer manter o modelo tem de regressar ao proteccionismo. A Europa tem de ser um espaço económico com 500 milhões de habitantes (que já é muita gente), com muito técnica muitos capitais, muita organização e muitas empresas."
Assim haja Europa... e "que se lixem" os rótulos ideológicos!
Há alguém intelectualmente honesto capaz de explicar este caminho para a desgraça colectiva?
Há alguém suficientemente lúcido que acredite neste caminho ao ponto de ousar chamar "piegas" a tantos que já sofrem o dia-a-dia da fome dos seus filhos?
É que já é tempo de estudar o assunto, falar verdade e, CUSTE O QUE CUSTAR, fazer opções.
Contribuo recordando Medina Carreira em entrevista à SIC em Junho de 2005 a propósito da apresentação de medidas do então Governo de José Sócrates
"Se a Europa quer continuar com o seu modelo social, de que eu gosto, sempre o defendi e defendo. Mas não é defender com palavras, é defender com ideias e com consistência. Se a Europa quer manter o modelo tem de regressar ao proteccionismo. A Europa tem de ser um espaço económico com 500 milhões de habitantes (que já é muita gente), com muito técnica muitos capitais, muita organização e muitas empresas."
Assim haja Europa... e "que se lixem" os rótulos ideológicos!
quarta-feira, janeiro 18, 2012
Não-regresso
Para quem possa ainda ter pachorra para aqui passar,deixo esta surpresa.
Estou vivo ... e de boa saúde, assim espero!
Devo, porém, confessar que depois de me ter cansado dos devaneios do gabinete de propaganda do J Sócrates, já não me consigo manter sereno com a falta de rasgo destes novos iluminados!
Por agora ficamos apenas com a promessa de que vou pensar num regresso muito morno.
Nota : eu escrevi "vou pensar"
Estou vivo ... e de boa saúde, assim espero!
Devo, porém, confessar que depois de me ter cansado dos devaneios do gabinete de propaganda do J Sócrates, já não me consigo manter sereno com a falta de rasgo destes novos iluminados!
Por agora ficamos apenas com a promessa de que vou pensar num regresso muito morno.
Nota : eu escrevi "vou pensar"
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