“Empenhado até ao limite e exigindo sempre o máximo dos seus subordinados soube granjear o respeito e amizade de todos” ... ... ... “esteve sempre na primeira linha da defesa dos interesses dos homens que comandava mesmo quando para isso teve que assumir a ruptura com superiores seus”
Citando de memória, isto é o essencial do texto de um louvor que um grande amigo meu gostava de mostrar quando ainda falávamos dos tempos da tropa. E contava algumas histórias que davam corpo ao seu orgulho.
Recordo isto sempre que a passividade me perturba a paz com que tento encarar estes tempos de superficialidade e ligeireza.
Voltei a recordá-lo agora, a propósito das mortes na PSP.
Há um mês perguntei e agora insisto!
Onde está a hierarquia da PSP?
É que eu acredito nos princípios que aquele louvor releva!
É que eu não gosto de ver sindicatos em funções de comando!
É que eu não aceito que se conquiste protagonismo à custa da desgraça alheia!
É que eu não entendo a passividade na acção do comando!
E ao Dr. António Costa, diria respeitosamente: “Vá por mim, senhor ministro!”